
EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
Atualmente, existem diversos
sistemas e equipamentos de segurança para construções. Basicamente, o sistema é
formado por uma unidade central de alarme e vários sensores, que acionam a central ao
detectar alguma anormalidade. A unidade central é conectada à rede telefônica.
Dependendo do equipamento, os sensores podem precisar ou não de fios elétricos.
O ideal é que a colocação desses equipamentos seja prevista
já na fase de elaboração do projeto arquitetônico, permitindo que as instalações
necessárias sejam providenciadas.
Chaveiro - controle que pode ser
programado para abrir o portão, desligar alguns sensores e mandar aviso de emergência
para o serviço de monitoramento.
Cerca de rede sensora -
dificulta a passagem do assaltante, pois caso seja rompida, aciona-se a central de alarme.
Choque pulsativo - cerca por
onde passam 8.000 volts, suficientes para um choque intenso mas, segundo os instaladores,
inofensivo. O que determina a periculosidade do choque é a amperagem (medida da corrente
elétrica), que, no caso, é baixa: apenas 0,025mA.
Câmaras - enviam a imagem para
monitores no interior da casa e da guarita. Podem ser conectadas à antena normal e enviar
as imagens para qualquer televisão da casa.
Infravermelho passivo - células
fotossensíveis captam corpos em movimento e variações de temperatura. Instalado em
ambientes internos, "varre" ângulos de 90 a 115º e distâncias de até 15m.
Dual - combina infravermelho
passivo com microondas. Instalado em ambientes externos, pode ser regulado para acusar a
presença apenas de corpos maiores.
Infravermelho ativo - instalado
aos pares, geralmente no exterior. Um sensor manda para o outro dois ou mais feixes de
raios infravermelhos. Se o feixe for interrompido, o sensor é acionado. Também podem ser
regulados para acusar a presença apenas de corpos maiores.
Sensor de luzes - funciona como
um infravermelho passivo e acende os holofotes do quintal quando percebe corpo em
movimento.
Sensor de abertura de portas e janelas
- funciona com contato magnético. Uma parte é instalada na folha e outra no batente. Se
a porta abrir, o contato se rompe.
Sensor de quebra de vidro -
colocado em cada folha de vidro, esse sensor trabalha na freqüência de som da quebra de
um vidro.
Sensor de ruído - instalado em
qualquer parede, é capaz de escutar em frações de segundos o som grave do vidro sendo
atingido ou estilhaçado.
Monitores - há monitores de 4 a
14", coloridos e preto e branco, com comandos automáticos para receber imagens de
até dezesseis câmaras.
Teclado de comando - com ele, é
possível acessar a central de alarme e ligar ou desligar os sensores.
Sirene eletrônica - dispara
quando determinados sensores detectam a presença de estranhos.
Botão de pânico - escondido em
pontos estratégicos da casa, serve para avisar o serviço de monitoramento que alguma
emergência está ocorrendo.
Unidade central de alarme -
instalada em um local secreto da casa, é o coração do sistema. Concentra informação
de todos os sensores por meio de microprocessamento.
Timer - dispositivo que aciona
luzes e aparelhos elétricos em horários e dias determinados, dando a impressão de que a
casa não está vazia.
Portas de segurança - apesar da
aparência comum, seu sistema de travas lhes confere maior sustentação, As blindadas
são feitas com chapas de aço e compensado naval, com diversos acabamentos. Pesam entre
150 a 180kg, o que requer batentes especiais, com base de aço e chumbo. Encontram-se
também fechaduras blindadas e sistemas de travas especiais que podem ser adaptadas a
portas comuns.
Porteiro eletrônico - o modelo
básico é composto por um painel externo, pelo qual se conversa com quem está em casa
por meio de um interfone. Pode ser conectado com fechadura eletromagnética.
Vidros de segurança - formados
por duas ou mais chapas de vidro, intercaladas por um filme de material plástico
(polivinil butiral). Existem modelos até contra bala, mas a resistência contra pancadas
e arrombamentos é fundamental. Ao se quebrar, o vidro não espalha os pedaços, pois
estes ficam retidos na película interna. Outra opção é o uso de polímeros especiais,
mais leves e bastante resistentes a choques.
A instalação de um sistema de segurança requer a adoção
sistemática de algumas rotinas, tais como ligar e desligar alguns sensores.
Fonte: Revistas Arquitetura &
Construção - out/96 e dez/93.
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